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	<title>Sonhos Estrategicos :: Auto Ajuda &#38; Gestão Pessoal</title>
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	<description>Planejamento pessoal, administração do tempo e definição de metas</description>
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		<title>O Segredo da Felicidade</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 22:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sites Recomendados]]></category>
		<category><![CDATA[como ser feliz]]></category>
		<category><![CDATA[encontrar a felicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentre os temas que mais geram controvérsia relacionados ao comportamento e necessidades humanas, a felicidade é certamente o mais intrigante e mal compreendido.
As pessoas dizem que são felizes ou infelizes, que desejam encontrar a felicidade sem ao certo saber de que estão falando, que “bicho” estão perseguindo. Quando encontram aquilo que esperavam ser a felicidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os temas que mais geram controvérsia relacionados ao comportamento e necessidades humanas, a felicidade é certamente o mais intrigante e mal compreendido.</p>
<p>As pessoas dizem que são felizes ou infelizes, que desejam encontrar a felicidade sem ao certo saber de que estão falando, que “bicho” estão perseguindo. Quando encontram aquilo que esperavam ser a felicidade, se decepcionam, ela não está lá. Partem, então, em busca de outros objetivos, outras metas, na esperança de que esses novos sonhos trarão a tão esperada felicidade. A vida de muitas pessoas é uma busca incessante por algo que não sabem ao certo o que é.</p>
<p><a href="http://www.vivendointensamente.com.br/">Clique aqui</a> para fazer o <em>download</em> gratuito de um documento que explica a felicidade de um ponto de vista diferente, quebrando muitos paradigmas e crenças populares sobre o assunto. Cadastre-se no <em>site</em> para acessar o <em>link</em> de <em>download</em>.</p>
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		<title>Pensamento Positivo – Tudo é muito relativo!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 18:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Positivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pensamento positivo é um dos grandes mitos que envolvem o sucesso e a auto-ajuda. O que é positivo, o que é negativo, é tudo muito relativo, o que importa é o que você pensa e quais os sentimentos relacionados, se é positivo ou negativo dentro do seu ponto de vista particular pouco importa&#8230;
Dentre os diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensamento positivo é um dos grandes mitos que envolvem o sucesso e a auto-ajuda. O que é positivo, o que é negativo, é tudo muito relativo, o que importa é o que você pensa e quais os sentimentos relacionados, se é positivo ou negativo dentro do seu ponto de vista particular pouco importa&#8230;</p>
<p>Dentre os diversos temas que são mal compreendidos na área da auto-ajuda, acredito que o “pensamento positivo” seja o que mais ganha interpretações equivocadas.</p>
<p>A mentalidade da sociedade ocidental é fortemente influenciada pelos milênios de religiosidade que fortaleceram um paradigma maniqueísta em que há o bem e o mal somente. Ou você está certo ou está errado, ou você é bom ou é ruim, ou você tem pensamentos negativos ou positivos.<span id="more-101"></span></p>
<p>O mundo, no entanto, não é preto e branco. Enxergar as nuances de cinza, porém, requer uma sabedoria e uma maturidade que não nos é ensinada na escola, nem desenvolvida em nosso processo de crescimento – em que se formos bonzinhos, somos recompensados; se fizermos algo que contrarie as “regras”, somos punidos.</p>
<p>Aprendemos a interpretar o mundo, as pessoas e a vida em termos de certo ou errado, bem ou mal, bom ou ruim e tudo isso de acordo com o nosso próprio ponto de vista. O que é certo e o que é errado? Depende. Depende do que EU penso sobre o assunto, não é assim?!</p>
<p>Um dos grandes obstáculos que temos encontrado ao falar sobre a lei da atração e de como seus pensamentos influenciam seus resultados na vida está justamente na má interpretação que as pessoas fazem do que é exatamente “pensar positivamente”.</p>
<p>É comum, por exemplo, ouvir pessoas questionando por que nada dá certo em suas vidas, por que elas não conseguem o que querem se são tão positivas. “Eu não penso mal de ninguém, sempre vejo a vida como um copo metade cheio, sou otimista e, mesmo assim, as coisas não acontecem pra mim, qual o problema?” – essa é uma pergunta freqüente!</p>
<p>E a resposta está no próprio paradigma que a pessoa está usando para interpretar os fatos. A lei da atração diz que você atrai o que está em seu foco de atenção, aquilo que você pensa com mais freqüência, com EMOÇÕES positivas sobre o que você quer. E isso dá pano pra manga, pois vejo que a maioria das pessoas não sabe diferenciar exatamente o que pensam do que sentem, suas intenções racionais de suas intenções motivacionais.</p>
<p>Há alguns anos, uma jovem executiva nos procurou para aconselhamento de carreira. Ela tinha altas metas profissionais e queria crescer rápido. Ela dizia que sua prioridade máxima era sua carreira e que a construção de uma família ficaria para depois.</p>
<p>Com o tempo, porém, fomos percebendo que apesar de suas intenções RACIONAIS sobre sua carreira, ela passava todo o seu tempo mental livre sonhando acordada com uma família. Ela dizia que essa era uma forma de esvaziar sua mente dos problemas no escritório e devanear sobre algo diferente – o que, no fundo, era uma desculpa que mascarava suas intenções motivacionais. No entanto, quando ela finalmente “atraiu” a família que tanto sonhava, a frustração e depressão tomaram conta de sua vida. Apesar de desejar ardentemente construir uma família, ela não queria uma naquele momento de sua vida. Não que carreira e família não sejam compatíveis, mas não era isso que ela desejava conscientemente. Seu cérebro e seu coração entraram em guerra e até o momento ela ainda luta contra a frustração de ter começado uma família no momento errado de sua vida.</p>
<p>Veja que seu pensamento constante em construir uma família não era positivo nem negativo, apenas era contrário ao que ela estava tentando construir e até hoje lhe causa frustração. Se ela estava certa ou errada, definitivamente não é o caso! O FATO é que seus pensamentos e sentimentos freqüentes atraíram algo que ela não desejava naquele momento de sua vida e ela ainda não conseguiu lidar com isso.</p>
<p>Vemos casos como esse a todo momento. A pessoa deseja algo conscientemente, define metas, faz planos, mas seu padrão de pensamento está em outro lugar. Positivo e negativo é muito relativo. Não pensar mal de ninguém e ser otimista não o levará a lugar algum, o que construirá seu futuro são seus pensamentos constantes somados com o padrão de sentimentos que você coloca em cima deles.</p>
<p>Para ir um pouquinho mais a fundo nesse assunto, procure pensar em quais os sentimentos que dominam o seu dia-a-dia. Medo? Frustração? Irritação? Ansiedade? Motivação? Entusiasmo? Sobre o que você costuma devanear quando não tem que pensar em nada? Quais os sentimentos que vêm à tona? Como você reage quando se depara com um problema inesperado? Fica bravo e irritado? Frustrado? Corre para pedir ajuda? Sente-se confuso? Ou olha o problema com sangue frio e começa a mapear mentalmente as possíveis soluções e testa uma a uma sem se alterar emocionalmente?</p>
<p>É engraçado que muita gente que se considera “superpositiva” é vítima constante de sua própria atitude – que, em seu próprio ponto de vista, seria considerada negativa –, mas essas pessoas parecem se esquecer disso quando pensam sobre si mesmas. Em dinâmicas de grupo, observamos esse fato com bastante clareza. É comum candidatos a vagas de emprego que se auto-intitulam pró-ativos, positivos e otimistas (e eles realmente acreditam que o são, sem intenção de enganar o entrevistador!), mas basta colocá-los em situações de problemas reais para que a realidade venha à tona.</p>
<p>Temos a tendência de “esquecer” nossas reações ao pensamos sobre a nossa vida e personalidade. Se você se considera uma pessoa positiva e otimista e acha “estranho” que sua vida não reflita isso, faça esse exercício: procure lembrar com clareza como você reage quando enfrenta problemas, adversidades e competições e procure observar o seu padrão de pensamento e sentimentos durante o dia. Isso revelará muito mais sobre o destino que você está construindo do que você pode imaginar!</p>
<p><strong>Não deixe de registrar sua opinião e/ou perguntas na seção de   comentários abaixo!</strong></p>
<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
<strong><br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Pró-atividade X Reatividade &#8211; Qual a diferença mesmo?</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 20:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pró-atividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Temos recebido essa pergunta com freqüência. Muitas pessoas vêem esse conceito de forma simplista – “Pró-atividade é ter iniciativa”. Mas como se diz popularmente, “o buraco é mais em baixo”!
Iniciativa em si não define de fato a pró-atividade, pois o conceito contrário (a reatividade) também envolve iniciativa.
Vamos, então, voltar para o começo, para a base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos recebido essa pergunta com freqüência. Muitas pessoas vêem esse conceito de forma simplista – “Pró-atividade é ter iniciativa”. Mas como se diz popularmente, “o buraco é mais em baixo”!</p>
<p>Iniciativa em si não define de fato a pró-atividade, pois o conceito contrário (a reatividade) também envolve iniciativa.</p>
<p>Vamos, então, voltar para o começo, para a base do conceito! O que, acima de tudo, diferencia um indivíduo pró-ativo de um reativo?<span id="more-85"></span></p>
<p>A postura mental! E nós temos falado bastante desse assunto aqui no <em>site</em>! A postura mental é o que define, afinal, seus resultados na vida: excelência ou mediocridade, sucesso ou fracasso, sorte ou azar, oportunidades, felicidade, satisfação, depressão, enfim, a lista é longa! Todas essas questões são definidas por sua postura mental!</p>
<p>Mas o que é postura mental? É seu posicionamento, seus paradigmas, seus conceitos internos que definem como a vida é e como as coisas devem ser e acontecer. Quanto mais cristalizados ou imutáveis são esses conceitos, mais dificuldades você terá na vida.</p>
<p>Nossos paradigmas são como mapas que nos informam como é o território onde estamos pisando. O problema é que nós, seres humanos, não compreendemos o território, nenhum dos nossos mapas pode ser considerado 100% correto, nós sempre estamos errados em alguns pontos e certos em outros. A teimosia em não admitir esse fato é o que faz nossos paradigmas se cristalizarem – passamos a acreditar que nosso ponto de vista é “o correto” e que todos deveriam fazer as coisas da forma como acreditamos que elas devem ser feitas.</p>
<p>Essa postura mental rígida e imutável é contrária à pró-atividade. Por quê? Porque o indivíduo que acredita fielmente que seu ponto de vista é o único correto esgotará suas forças para brigar e provar que está certo. Isso gera irritabilidade, frustração, decepção, baixa auto-estima, baixa autoconfiança, medo e, por fim, depressão – em casos em que a pessoa adota o papel de vítima (“Já que ninguém vai concordar comigo, então eu vou fazer bico!”).</p>
<p>O indivíduo pró-ativo pouco se importa com o que os outros pensam e como levam suas vidas, ele tem mais com que se preocupar. A energia e o tempo que o reativo gasta  reclamando, brigando, defendendo seu ponto de vista, irritando-se e frustrando-se quando as coisas dão errado, o pró-ativo investe na busca de seus objetivos. E tudo isso nasce na postura mental.</p>
<p>O pró-ativo está consciente de que suas idéias e conceitos podem estar equivocados e está aberto para aprender e mudar. Ele assume riscos e também a responsabilidade por quaisquer erros, coisa que o reativo não faz – se ele está 100% certo em tudo, como é que ele cometeu um erro?</p>
<p>O grande problema é que indivíduos reativos pensam que são pró-ativos! Eles não se vêem como realmente são! Quando finalmente são encurralados pela vida ou mesmo por sua própria consciência e são obrigados a admitir a si mesmos que estiveram errados e cometeram erros, eles adotam o papel de vítima e se fazem de coitadinhos, fazendo pouco caso de si mesmos e repetindo frases do tipo: “Eu não sirvo pra nada mesmo”, “Eu sou um perdedor, nunca vou conseguir nada na vida”, “Não adianta nem tentar, não vai dar certo mesmo”, “Eu sou um azarado…”, “Nada dá certo pra mim, não sei porquê…” e etc.</p>
<p>A intenção inconsciente é óbvia: conseguir atenção alheia. Mas em nossa sociedade, a “sociedade da pena”, esses indivíduos acabam recebendo pouco estímulo eficaz, tanto de pessoas próximas, quanto de profissionais. Alguns tentam encontrar a culpa na infância e ficam nisso mesmo, só alimentando ainda mais a crença de que o indivíduo é uma pobre vítima de seu próprio passado. Outros simplesmente receitam remédios, há ainda os que não falam nada, só ouvem… Pouquíssimos são os que de fato resolvem o problema. E por quê? Porque para resolver o problema de um indivíduo reativo é preciso ser antipático e dizer-lhe coisas que ele não está disposto a ouvir, o que geralmente resulta na perda do cliente, coisa que esses profissionais não querem!</p>
<p>Mas então, como saber se eu sou pró-ativo ou reativo? Observe sua rotina diária, você se sente frustrado com freqüência? Você fica irritado com facilidade? Quais os motivos de suas discussões com pessoas próximas? Nas últimas vezes em que você se programou para fazer algo e não conseguiu fazer, quais foram os motivos? Você está a todo o vapor seguindo em direção aos seus objetivos? Por que não? Sua resposta a essa pergunta envolve muitas desculpas e racionalismos?</p>
<p>Outro ponto que pode ajudá-lo a identificar se você é pró-ativo ou reativo é analisar como você vê as dificuldades do mundo à sua volta. Você sente pena com facilidade? Você culpa economia, governo, vida ou sorte pelo fracasso dos outros?</p>
<p>Se você se identificar como reativo, não se desespere! O primeiro passo já foi conquistado. A mudança de postura mental muitas vezes é questão de “uma única ficha que deve cair”. Quando isso acontecer, sua atitude no dia-a-dia muda como num passe de mágica, você começa a ver quanto tempo e energia você perdeu se importando com coisas pequenas, tentando se auto-afirmar e convencer o mundo de que você estava certo ou simplesmente se frustrando com coisas que não aconteciam da forma como você esperava.</p>
<p><strong>Não deixe de registrar sua opinião e/ou perguntas na seção de   comentários abaixo!</strong></p>
<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
<strong><br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Tão simples que chega a ser tolo</title>
		<link>http://sonhosestrategicos.com.br/segredos-do-sucesso/tao-simples-que-chega-a-ser-tolo</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 06:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segredos do Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[como alcançar o sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[como ser bem sucedido]]></category>
		<category><![CDATA[Fran Christy]]></category>

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		<description><![CDATA[“O maior truque do demônio foi convencer o mundo de que ele nunca existiu.”

Um dos maiores obstáculos que nós enfrentamos como profissionais que lidam com temas de auto-ajuda é desfazer as crenças de que tudo é bobagem, nada disso funciona. “Pessoas sérias não lêem auto-ajuda… Se você lê, você deve um tolo que acredita nessas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O maior truque do demônio foi convencer o mundo de que ele nunca existiu.”<br />
</em><br />
Um dos maiores obstáculos que nós enfrentamos como profissionais que lidam com temas de auto-ajuda é desfazer as crenças de que tudo é bobagem, nada disso funciona. “Pessoas sérias não lêem auto-ajuda… Se você lê, você deve um tolo que acredita nessas bobagens e espera que elas o ajudem a mudar o que é imutável. Você é o que é, ninguém muda”&#8230;</p>
<p>Essa crença, que está enraizada na memória coletiva da cultura ocidental, impede que muitas pessoas percebam que a solução para seus problemas está um ponto de vista adiante.<span id="more-84"></span></p>
<p>O livro <em>Pense e enriqueça,</em> de Napoleon Hill, bíblia de muitos milionários e empresários bem sucedidos, é tido como piada por alguns (que provavelmente jamais o leram!). “Pensar” e enriquecer? Que bobagem! Só fica rico quem trabalha duro mesmo!</p>
<p>Assim como ditado do demônio, o mundo, de certa forma, se convenceu de que as reais razões que levam alguém ao sucesso são besteiras e, assim, ele tenta subir na vida apoiando a escada na parede errada – trabalhando duro ou mantendo uma esperança de que uma oportunidade um dia vai aparecer.</p>
<p>Acredito que hoje boa parte do mundo ocidental já assistiu ao filme <em>O Segredo</em> ou leu o livro. A ironia é que não vemos pessoas bem sucedidas pipocando a torto e a direito por finalmente compreenderem o que é preciso para se dar bem na vida! Isso, aliás, acaba se tornando mais um argumento daqueles que compraram a história de que auto-ajuda é para tolos. Está vendo?! Toda essa gente viu <em>O Segredo</em> e ninguém mudou nada!</p>
<p>Em parte, as pessoas entram em contato com as ferramentas certas e não as usam porque elas também, inconscientemente, não acreditam que vai funcionar. A teoria exposta em <em>O Segredo</em> parece ser tão mágica, tão irreal, não parece?! “Não é possível que seja assim tão simples”, as pessoas pensam! Para a grande maioria, se algo assim funcionasse de fato, isso quebraria todas as crenças, valores e paradigmas que as mantêm “funcionando” em suas vidas cotidianas.</p>
<p>Ela concorda, acha a teoria “legal”, mas não acredita de verdade que seu pensamento crie MESMO sua realidade. Ela tenta, ou finge que tenta… Escreve num papel seus desejos e, com aquele ar de dúvida, fica esperando só pra ver se eles vão mesmo se realizar! Ela não percebe que é justamente essa postura de dúvida que está entre seus desejos e a realidade.</p>
<p>Mas como acreditar com fé em algo que realmente é muito duvidoso? Você não quer se passar por tolo, nem mesmo para você mesmo! Acreditar com fé que seu desejo realmente se transformará em realidade é coisa de criança, não é coisa de gente séria como você, não é mesmo?!</p>
<p>Então, você ignora tudo e volta para a sua rotina, pois trabalho duro, certamente, mais cedo ou mais tarde vai levá-lo a algum lugar, é nisso que você acredita com fé.</p>
<p>Todavia, você vê pessoas à sua volta (pessoas no seu trabalho, na TV, nos jornais, nas revistas) que atingiram invejável sucesso bem na área em que você deseja, sem que você possa explicar o que foi que a pessoa fez. Por que ela é diferente de você? O que ela tem que você não tem? Com quem que ela falou? O que foi que ela fez? Você fica tentando entender, com certo ar de revolta (“Eu sou mais esperto, inteligente, talentoso, etc. que esse fulano”) e frustração (“Eu já suei tanto a camisa até aqui, o que há de errado comigo?”).</p>
<p>Enquanto isso, “o segredo” que você tanto busca passa na sua frente, tenta fazer contato, grita em seu ouvido, mas você está ocupado demais sendo uma pessoa séria para dar bola. No final das contas, só lhe resta chorar as mágoas por sua vida não ter sido do jeito que você queria que fosse…</p>
<p>Se você se identifica na descrição acima, cuidado! Se os resultados que você obteve na vida até agora não são aqueles que você queria, pare e pense se não é a sua atitude que está empacando o seu caminho!</p>
<p><strong>Não deixe de registrar sua opinião e/ou perguntas na seção de   comentários abaixo!</strong></p>
<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Chega de drama!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 19:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Mackenzie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[fazer drama]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes eu me pego pensando, como é que eu cheguei tão longe em minha carreira sendo &#8220;tão cruel&#8221; com meus clientes? “Humm, como assim ‘cruel’?”, você deve estar pensando! A maioria dos psicólogos e coaches adota uma postura de &#8220;bonzinho&#8221;. Isso lhes garante mais clientes, por mais tempo. A grande maioria das pessoas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes eu me pego pensando, como é que eu cheguei tão longe em minha carreira sendo &#8220;tão cruel&#8221; com meus clientes? “Humm, como assim ‘cruel’?”, você deve estar pensando! A maioria dos psicólogos e <em>coaches</em> adota uma postura de &#8220;bonzinho&#8221;. Isso lhes garante mais clientes, por mais tempo. A grande maioria das pessoas não busca um psicólogo ou <em>coach</em> para resolver problemas, o que elas querem é alguém que as escute com atenção e no final diga empaticamente: &#8220;Nossa, você passou por tudo isso?&#8221;, &#8220;Você está certo!&#8221;, &#8220;Eu também me sentiria assim se tivesse passado por isso&#8221;&#8230; Validação é o que as pessoas buscam, não solução!<span id="more-83"></span></p>
<p>Agora, eu não estou disposto a dar validação para ninguém. Minha paixão e missão de vida é ajudar sinceramente as pessoas a olharem para suas vidas com honestidade sem se esconderem de nada e, a partir daí, crescerem de verdade. Para isso, no entanto, eu preciso ser cruel! Minha terapia é conhecida como &#8220;impactoterapia&#8221;!</p>
<p>Você sabe que segundo as leis da física, tudo no universo tende a permanecer em repouso até que um impulso mude o direcionamento e movimento do objeto. É incrível como nós, seres humanos, também obedecemos à mesma lei! A vantagem é que nós podemos nos auto-impulsionar, não precisamos que o estímulo seja externo. O grande problema é que em algum ponto da nossa história (ou será que sempre foi assim?) nós começamos a acreditar que &#8220;algo&#8221; precisa nos impulsionar, algo de fora, precisamos encontrar a motivação, precisamos encontrar uma razão para sairmos da inércia, do contrário, ficamos lá quietinhos, sem fazer barulho.</p>
<p>O problema é que ao ficarmos parados, nós começamos a &#8220;afundar&#8221;. Nossos problemas começam a nos engolir, nossa realidade parece insuportável, olhamos em volta e tudo o que sentimos é frustração, medo, ansiedade, descaso. Começamos, então, a buscar os culpados por essa situação. Seria o governo? Seria Deus? Seria meu cônjuge? Seriam meus pais que não me prepararam adequadamente para a vida que hoje tenho que enfrentar? Seria meu chefe que insiste em pegar no meu pé e tornar a minha vida profissional um inferno? E nessa turbulência toda, tudo o que queremos é que alguém passe a mão em nossas cabeças e aponte certeiramente o culpado, tranqüilizando-nos e dizendo que tudo vai passar. Vamos, então, procurar um profissional que faça isso bem feito!</p>
<p>E é aí que eu entro! Se você já é meu leitor há algum tempo, você sabe o que eu faço! Eu não passo a mão na cabeça, não! Meu objetivo é realmente AJUDAR meu cliente, não afundá-lo ainda mais em seu emaranhado de dramas. E meu dedo aponta para ele próprio quando eu identifico &#8220;o culpado&#8221;. Ninguém é responsável por sua vida além de você mesmo, você sabe disso, não sabe? Isso já chega até a ser um clichê! É uma daquelas frases que de tanto serem repetidas ninguém mais sabe o que significa!</p>
<p>Ah, e não, não é diferente no &#8220;seu caso&#8221;! Se você quer resolver seus problemas de fato e construir uma vida de RESULTADOS, você precisa parar com o drama. As coisas são simples e lógicas, quem complica somos nós mesmos. A hora em que você conseguir olhar para seus problemas com frieza e analisá-los sem envolvimento emocional e sem culpar ninguém ou algo externo, você estará avançando.</p>
<p><strong>John Mackenzie</strong> &#8211; Psicólogo e consultor motivacional.</p>
<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>O que você está esperando?!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 23:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mudança de Paradigmas]]></category>
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		<description><![CDATA[É muito mais fácil realizar mudanças e prosperar quando você sabe o que está errado e o que precisa ser mudado, não é mesmo?! Comece perguntando a si mesmo: &#8220;O que é que eu estou esperando?!&#8221;. A resposta a essa pergunta revela a você os pontos fracos em sua atitude e personalidade que precisam ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito mais fácil realizar mudanças e prosperar quando você sabe o que está errado e o que precisa ser mudado, não é mesmo?! Comece perguntando a si mesmo: &#8220;O que é que eu estou esperando?!&#8221;. A resposta a essa pergunta revela a você os pontos fracos em sua atitude e personalidade que precisam ser mudados para que você possa alcançar o que deseja.</p>
<p>Como assim?! Veja bem, vamos nos aproveitar do argumento desenvolvido no artigo anterior: não há limites reais para o que você pode e o que você não pode fazer na vida, quem cria os limites é você, eles estão todos em sua cabeça e quanto mais firmemente você acredita neles, menos capacidade você terá de andar em direção aos seus objetivos. A tendência é que você fique parado ou andando em círculos, ESPERANDO que o limite desapareça para que você possa seguir em frente.<span id="more-82"></span></p>
<p>De fato, nós criamos as justificativas mais lógicas para explicar até para nós mesmos que o limite é mesmo real e tem o poder de impedir nossa progressão. Quanto mais nós acreditamos nas mentiras que contamos a nós mesmos, mais estagnados ficamos em nossa própria rotina.</p>
<p>A pergunta inicial, então, tem o objetivo de descortinar esses limites. O que é que o impede de fazer o que você gostaria de fazer? Você está esperando que um &#8220;limite imaginário&#8221; que você vê como real se desfaça para que você possa seguir em frente? Que limites são esses?</p>
<p>A maior parte dos limites que impomos a nós mesmos fica enterrada em nosso subconsciente. Nós não paramos para realmente analisar o porquê de nossas atitudes (ou falta delas). Quando nós pegamos esses limites, nós os trazemos para nível consciente e começamos a olhá-los de frente, seu poder começa a se desvanecer. Algo que era tão “poderoso&#8221; há um minuto torna-se apenas um pequeno obstáculo a ser superado quando analisado com frieza, lógica e sem dramatização.</p>
<p>Preste bem atenção quando eu digo &#8220;sem dramatização&#8221;! A maior parte dos problemas que temos é resolvido &#8220;dentro de nossas mentes&#8221; quando olhamos para a própria vida sem fazer drama! Ao se colocar na postura de vítima da vida, de terceiros e das circunstâncias, você entra novamente no <em>loop</em> de raciocínio que define limites e o prende em sua situação atual.</p>
<p>Leia biografias de pessoas que conquistaram objetivos tidos como &#8220;impossíveis&#8221;. Não há drama para essas pessoas. Mesmo em alguns casos tendo sido REAIS vítimas das circunstâncias ou de terceiros, elas não se viram como tal e seguiram em frente como se o fato não as tivesse afetado.</p>
<p>O maior exemplo que conheço de triunfo da atitude pessoal é Viktor Frankl, psiquiatra judeu que foi prisioneiro nos campos de concentração nazista durante a 2º Guerra. Ao ler sua história, você tem a clara noção de que seus problemas obviamente não foram causados por ele mesmo, ele era, de fato, uma vítima. Viktor, no entanto, não se via como tal e, apesar das circunstâncias, manteve uma atitude pró-ativa diante dos fatos, dando a volta por cima e atingindo TODOS os objetivos que ele definiu quando preso.</p>
<p>Se você tem problemas com dramatização, eu recomendo que você leia o relato de Frankl descrito no livro <em>Em busca de sentido</em>. Ver como Viktor lidou com os limites REAIS impostos pelas circunstâncias em sua vida joga um verdadeiro balde de água fria nos limites bobos e imaginários que criamos para nós mesmos. Se há livros com o poder de mudar vidas, esse é um deles!</p>
<p><strong>Não deixe de registrar sua opinião e/ou perguntas na seção de   comentários abaixo!</strong></p>
<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Conheça as suas possibilidades</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 20:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se eu lhe pedisse para citar as principais razões pelas quais você ainda não conquistou tudo o que deseja conquistar na vida, ou por que seu desempenho não corresponde à sua capacidade, você provavelmente citaria desorganização, falta de foco, falta de persistência, dificuldades financeiras, pessimismo, perfeccionismo e por aí vai, não é mesmo?! Sim, você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu lhe pedisse para citar as principais razões pelas quais você ainda não conquistou tudo o que deseja conquistar na vida, ou por que seu desempenho não corresponde à sua capacidade, você provavelmente citaria desorganização, falta de foco, falta de persistência, dificuldades financeiras, pessimismo, perfeccionismo e por aí vai, não é mesmo?! Sim, você estaria certo em parte! Nossas dificuldades pessoais pesam negativamente quando estamos tentando conquistar nossos sonhos.</p>
<p>Há uma razão, contudo, que provavelmente não passou por sua cabeça, justamente por esse motivo! Você não conhece todas as suas possibilidades, você não sabe do que é capaz ou o que pode fazer. Você não sabe ao certo quais são suas possibilidades! É claro que é impossível termos total onisciência nesse ponto! Ninguém pode conhecer plenamente todas as suas possibilidades ou ter total noção de sua capacidade, por mais autoconfiante que seja.<span id="more-81"></span></p>
<p>Uma abertura pequena, no entanto, em sua forma de pensar e de ver o mundo pode descortinar um mar de possibilidades que você jamais pensou ser possível para você. Ok, mas como assim?!</p>
<p>Tudo parte de sua linha de raciocínio! A maioria das pessoas raciocina em círculos, ou seja, elas possuem respostas prontas em suas mentes para justificarem as razões que as impedem de agir. O raciocínio é curto, conclusivo e alimenta o problema causando o efeito de &#8220;círculo&#8221;.</p>
<p>– Eu não gosto do meu trabalho, não me sinto satisfeita, odeio meu chefe, meu salário é insatisfatório.</p>
<p>– Então, por que você não pede demissão?</p>
<p>– Porque eu não posso me dar ao luxo de ficar desempregada!</p>
<p>Ponto final nessa questão, não há mais raciocínio, não há possibilidades, aceita-se pacificamente o “<strong>destino cruel”</strong> que a vida impôs!</p>
<p>Se você dedicar algum tempo estudando histórias de pessoas que conquistaram grandes objetivos, é possível que &#8220;caia uma ficha&#8221; dentro da sua cabeça! Todos somos iguais, não?! Se fulano conseguiu chegar lá, por que é que eu não posso chegar aonde eu quero? Há uma característica em comum que é gritante em pessoas que conquistaram o que era considerado impossível em seus &#8220;mundos&#8221;: a ousadia.</p>
<p>Veja: cada um de nós tende a se comportar de acordo com o que é socialmente aceito dentro do nosso &#8220;mundo&#8221;. Se em nosso círculo social, em nossa classe, ninguém se tornou, por exemplo, uma estrela de cinema, dentro da nossa cabeça isso não é possível para nós, nem para nossos pares, nossos supostos iguais. Isso só seria possível se &#8220;alguém de fora&#8221; aparecesse e tirasse um indivíduo de dentro desse grupo levando-o, então, para &#8220;outro mundo&#8221;.</p>
<p>Pessoas ousadas, todavia, não se sentem presas a convenções do grupo social em que vivem. Elas não se incomodam se eventualmente são chamadas de loucas ou sonhadoras, pois enxergam possibilidades além do horizonte do mundo em que vivem. Um dos exemplos mais claros que conheço é Ricardo Bellino. Se você nunca ouviu falar dele, faça uma busca no Google.</p>
<p>Ricardo, aos 20 anos, leu uma reportagem numa revista sobre a agência de modelos Elite, que na época era a maior agência do mundo. Ricardo teve a &#8220;grande idéia&#8221; de levar a agência para o Brasil. O detalhe era que Ricardo era apenas um jovem universitário, sem contatos, sem dinheiro e que não falava inglês! Quantos jovens de 20 anos têm esse tipo de idéia ao ler uma simples reportagem?!</p>
<p>Entende?! É disso que eu estou falando! &#8220;Enxergar&#8221; a vida sem limites, porque no fundo, a verdade é que não há mesmo limites! Os limites estão dentro de nossas cabeças!</p>
<p>Outro exemplo clássico é Amyr Klink (pergunte ao Google novamente se você não sabe quem é!). Até hoje, Amyr ainda é o único ser humano a ter realizado certas façanhas nos mares do mundo. Atravessar o Atlântico a remo? Que louco faria isto?! Amyr fez! E até hoje foi o único que saiu vivo da experiência para contar a história!</p>
<p>Você provavelmente não deseja nada muito &#8220;louco&#8221; como arriscar a vida remando oceano afora, não é verdade?! A maioria de nós tem sonhos simples, não muito ousados. Mesmo assim, definimos limites imaginários que nos impedem de enxergar as possibilidades à nossa frente. Nós mesmos fechamos as portas e as trancamos, depois reclamamos que não conseguimos sair de &#8220;nossa própria prisão&#8221;!</p>
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<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Você é pró-ativo o suficiente?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 02:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pró-atividade]]></category>
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		<description><![CDATA[A pessoa não pró-ativa ao se deparar com um problema que não consegue resolver imediatamente sente-se frustrada. Esta frustração, dependendo da situação gera sentimentos de raiva ou de desanimo. Em ambas as situações, a pessoa acaba desistindo de resolver o problema. Sua atitude não é compatível com uma solução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada participei de um seminário em que diversos especialistas na área de <em>marketing online</em> se encontraram para discutir novidades na <em>web</em>. Nesse caso, o assunto era negócios na <em>internet</em> e um dos presentes era Tom Kulzer, presidente da Aweber, considerada a melhor empresa de distribuição de <em>e-mails</em> do mundo.</p>
<p>Se você está em nossa <em>newsletter</em> ou já fez algum de nossos cursos, você é velho conhecido da Aweber! É essa empresa que envia os nossos <em>e-mails</em> para você! Não dá pra enviar <em>e-mails</em> para 40 mil pessoas do nosso Outlook Express! Quando a situação chega a esse ponto, é preciso procurar uma solução automatizada e a Aweber é a nossa solução.<span id="more-67"></span></p>
<p>Aproveitei a oportunidade e comentei com Tom que meus clientes reclamam muito do processo de confirmação (o clique no <em>link</em> em azul!). Alguns não conseguem identificar o <em>link</em>, outros têm medo de clicar em <em>links </em>em <em>e-mails</em>, alguns provedores entregam o <em>e-mail</em> em texto e, por isso, o <em>link </em>não aparece em azul, enfim, o tal <em>link</em> causa tanto problema que mais de 50% das pessoas que solicitam inscrição em nossa <em>newsletter</em> ou em cursos não consegue completar a confirmação.</p>
<p>Os demais presentes na reunião concordaram comigo, éramos todos empreendedores com <em>sites</em> e suas respectivas <em>newsletters</em>. A resposta de Tom pegou todos de surpresa, mas faz muito sentido! Ele disse:<em> </em>“Você trabalha com desenvolvimento pessoal, não?! Ensine seus clientes a serem pró-ativos! A vida é complicada, a confirmação da Aweber é só uma pequena amostra do que vem pela frente!&#8221;. É claro que o comentário virou piada, mas deu pano pra manga pra discutirmos um assunto muito mais profundo do que “o clique no <em>link</em> azul&#8221;!</p>
<p>Simples reações a desafios simples e corriqueiros em seu cotidiano revelam o quão pró-ativo você é. E a pró-atividade, por sua vez, é uma característica essencial para a conquista de qualquer objetivo maior do que receber o salário no final do mês.</p>
<p>A pessoa não pró-ativa, ao se deparar com um problema que não consegue resolver imediatamente, sente-se frustrada. Essa frustração, dependendo da situação, gera sentimentos de raiva ou de desânimo. Em ambas as situações, a pessoa acaba desistindo de resolver o problema. Sua atitude não é compatível com uma solução.</p>
<p>Se uma pessoa não consegue lidar pró-ativamente com um desafio simples como completar uma inscrição <em>online</em> quando as coisas não funcionam como deveriam (caso da Aweber), como é que ela lida com situações mais complicadas na vida? A minha experiência me diz que ela não lida, ela desiste, da mesma forma que desistiu de tentar resolver o problema com o “<em>link</em> que não estava azul”.</p>
<p>Você poderia argumentar:<em> </em>“Mas tem gente que não tem familiaridade com computadores e <em>internet</em>&#8230;”. Hum&#8230; E quem disse que os problemas que enfrentamos na vida, os obstáculos no caminho e até nossos objetivos estão dentro da nossa zona de conforto? A pró-atividade se reflete em todos os aspectos da vida – um indivíduo pró-ativo, ao se deparar com um problema, analisa-o friamente sem dramas, levanta possíveis soluções e tenta resolver a questão até conseguir. O fato de ele estar familiarizado ou não com a natureza do problema é o de menos.</p>
<p>Por outro lado, a pessoa pouco pró-ativa ou totalmente reativa, somente lida &#8220;pacificamente&#8221; com questões dentro da sua zona de conforto. Ao se deparar com um problema com o qual não está familiarizada, ela faz drama, sente-se vítima da situação e essa frustração termina por levá-la ao fracasso na solução do problema. Isso, de um ponto de vista mais amplo na vida, faz com que a pessoa fique na mediocridade, jamais atingindo sucesso em nada.</p>
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<p><strong>Fran Christy</strong> é formada em administração de empresas   com especialização em planejamento estratégico. Fran vive em Seattle,   EUA e escreve sobre desenvolvimento pessoal, produtividade e estratégias   de vida.<br />
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<h5><strong>Política de reprodução:</strong> Este artigo é protegido por   leis de  direitos autorais. Você pode imprimi-lo para uso pessoal,   enviá-lo para  amigos via e-mail ou como versão impressa. Este artigo   pode ser citado  como referência em trabalhos acadêmicos, palestras,   treinamentos,  etc., desde que a autora seja citada. É proibida sua   reprodução em  outros websites. Se você quiser recomendá-lo em seu site,   por favor,  recomende o link para o artigo. Para mais informações  sobre  nossa  política de reprodução de conteúdo, <a href="../politica-de-reproducao-de-conteudo" target="_blank">clique  aqui</a>.</h5>
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		<title>Mas e se…</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 05:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Christy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Esitação]]></category>
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		<category><![CDATA[medo do futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[O medo do fracasso é a principal razão pela qual perdedores são o que são. Quando nos referimos a “perdedores” não estamos nos referindo à noção clássica do termo. Uma pessoa com um ótimo emprego e uma família equilibrada e saudável pode ser um perdedor na vida, sem que ela mesmo saiba disso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Eu quero planejar minha vida, construir meu futuro do jeito que eu desejo… Mas e se meus planos não derem certo?”</em></p>
<p><em>“Eu tenho vontade de enfrentar meus medos e inseguranças, mas e se der tudo errado?”</em></p>
<p><em>“Eu tenho metas e objetivos hoje, mas e se no meio do caminho eu mudar de idéia e não quiser mais o que eu estava buscando?”</em></p>
<p><em>“Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade, mas e se outra melhor aparecer e eu não puder aproveitá-la porque já estou envolvida com a primeira?&#8221;<span id="more-66"></span></em></p>
<p>Você se identificou com alguma das situações acima? Você deixa de agir em prol do que você deseja pois fica inseguro dos “ses” que o futuro pode trazer? Então preste atenção nas seguintes palavras, elas podem ser muito úteis para você.</p>
<p>Se você lê com freqüência os artigos neste site, você sabe que o segredo do sucesso na conquista de seus objetivos está em sua atitude, em sua postura perante as escolhas e desafios que a vida lhe apresenta.</p>
<p>O medo do fracasso é a principal razão pela qual perdedores são o que são. Quando nos referimos a “perdedores”, não estamos nos referindo à noção clássica do termo. Uma pessoa com um ótimo emprego e uma família equilibrada e saudável pode ser um perdedor na vida, sem que ela mesma saiba disso. Ela é perdedora, em primeiro lugar, para si mesma, pois não conquistou aquilo que desejava na vida, simplesmente se contentou com uma existência confortável e equilibrada.</p>
<p>O fracasso está em seu coração e é sentido na frustração que sente ao pensar sobre os sonhos que deixou para trás em nome de uma falsa segurança.</p>
<p>Sim, planos podem não dar certo, certas situações e experiências podem se tornar um verdadeiro pesadelo, oportunidades melhores podem surgir quando você não mais pode usufruir delas, enfim, não somos adivinhas, não sabemos o que está por trás de cada passo que damos na vida. Porém, deixar de agir por medo das conseqüências é, de todas, a pior das opções. A frustração por ter sido covarde, por não ter agido quando se teve a oportunidade é muito mais devastadora do que o fracasso de uma tentativa.</p>
<p>A experiência do erro muitas vezes tem efeitos benéficos e contribui para a construção do sucesso futuro. A inércia da covardia, entretanto, corrói a alma e, pouco a pouco, consome as reservas de energia e motivação levando consigo os sonhos e desejos, deixando somente a mediocridade de uma vida vazia e sem sentido.</p>
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		<item>
		<title>O tempo passa, você sabia?!</title>
		<link>http://sonhosestrategicos.com.br/administracao-do-tempo/o-tempo-passa-voce-sabia</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 05:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Mackenzie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[administrar o tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempo passa rápido]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 15 anos vou pescar salmão todo verão com meu vizinho Ted, que é também um ex-colega de faculdade. Devido às nossas vidas profissionais, raramente nos vemos durante o resto do ano, então esta é a oportunidade que temos de nos atualizarmos um sobre a vida do outro.
Ted é um alto funcionário na Boeing aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos vou pescar salmão todo verão com meu vizinho Ted, que é também um ex-colega de faculdade. Devido às nossas vidas profissionais, raramente nos vemos durante o resto do ano, então esta é a oportunidade que temos de nos atualizarmos um sobre a vida do outro.<span id="more-65"></span></p>
<p>Ted é um alto funcionário na Boeing aqui em Seattle. Seu sonho porém sempre foi ter seu próprio negócio. Apesar da ótima posição e de um salário excelente, ele odeia o que faz. Há 15 anos ouço Ted reclamar do trabalho e dizer que “ano que vem” ele vai pedir demissão e montar o próprio negócio. <!--more-->Ele não dá muitas explicações do porquê ainda não fez isto, ele simplesmente me fala de seus planos como se tivessem acabado de sair de sua cabeça, de uma forma que me faz lembrar minha falecida avó que devido ao Alzheimers me contava 10 vezes a mesma estória, sem se dar conta de que já tinha me contato antes!</p>
<p>Ted simplesmente não se dá conta de que “ano que vem” já passou várias vezes e ele ainda não fez o que queria. A atitude de Ted é muito similar a alguns de meus clientes e participantes de meus cursos e palestras.</p>
<p>O tempo passa e passa rápido, todo mundo sabe disso! O problema é que imersos em nossa rotina estagnante, é preciso um esforço constante de atenção e planejamento para que nós não nos comportemos como um paciente de Alzheimers, não se lembrando que o prazo que tínhamos em mente para nossas metas já se esgotou há muito tempo, mas nós ainda não nos demos conta disso!</p>
<p><strong>John Mackenzie</strong> &#8211; Consultor e palestrante motivacional em Seattle, EUA</p>
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